Com coparticipação, a mensalidade cai e o segurado paga 30% do uso, com limites. A pergunta é se a economia fixa supera o gasto variável.
Quanto cai a mensalidade
Exemplo (São Paulo, Efetivo, 29 a 33 anos, 5 a 29 vidas, compulsório): R$ 649,98 sem e R$ 458,37 com coparticipação. Economia de R$ 191,61 por mês, R$ 2.299,32 por ano por pessoa.
Quanto pode custar o uso
Na Efetivo, a coparticipação por consulta é limitada a R$ 38, por exame básico a R$ 50, por exame especial a R$ 140 e por internação a R$ 230, com teto mensal de R$ 350 por pessoa. Consultas com o prestador de Atenção Primária são isentas.
Uma conta simples
Se uma pessoa fizer 6 consultas e 4 exames básicos no ano, pagaria no máximo 6 × R$ 38 + 4 × R$ 50 = R$ 428, menos que a economia anual do exemplo. Já quem faz terapia semanal (limite de R$ 60 por sessão) pode chegar perto do teto mensal e perder a vantagem.
Pontos de atenção
- A cobrança vai para a empresa na fatura mensal; defina se ela será repassada ao funcionário.
- No reembolso, a coparticipação é descontada.
- O teto mensal não acumula: um mês caro não gera crédito.
Veja todos os limites em coparticipação.
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Conteúdo elaborado pela NF Corretora de Seguros com base nos manuais comerciais e nas condições gerais da Seguros Unimed (2026). As regras do seu contrato prevalecem.

